Sem muito que comemorar, mas muito do que se orgulhar, é assim que o Paulista Futebol Clube chega aos 103 anos de vida neste dia 17 de maio de 2012.
Afastado a quatro anos do Campeonato Brasileiro, o Galo continua a ser um dos maiores clubes do interior de São Paulo, mantendo-se há vários anos na principal divisão do futebol mais forte do país.
Nestes 103 anos de vida, o Paulista se consagrou como um dos clubes mais vencedores do interior bandeirante, tendo conquistado em 2005 a maior de suas glórias, a Copa do Brasil. Conquista que elevou o nome do clube para além das fronteiras nacionais, quando no ano seguinte disputou a Libertadores da América.
Um clube que já foi orgulho da cidade de Jundiaí e, que ultimamente, parece estar esquecido pela maior parte dos filhos de sua terra, mas que jamais foi abandonado pela sua pequena, porém fiel torcida.
Após o final da participação no Paulistão e um mês de férias em pleno meio de temporada, parte do elenco profissional do Paulista se apresentou ontem ao novo comandante José Macena, visando a preparação para a Copa Paulista, competição que o Galo disputará no segundo semestre e onde tentará o seu quarto título. O Galo é o atual bicampeão e também levantou a taça em 1999.
O início desta preparação ilustra uma situação já vivida muitas vezes na história do clube, a de quase todo ano ou a cada início de campeonato ter que se renovar, diferente dos grandes clubes do Brasil que com mais poder financeiro conseguem manter os seus elencos. Apesar das dificuldades, o Galo mostra esse poder de renovação, inerente à sua história e que quase sempre se mostrou honrosa ao longo dos anos.
Gostaria de deixar aqui registrado o meu apoio à campanha iniciada nas redes sociais para a volta do jogador Julinho. O jogador mostrou interesse em encerrar a carreira no clube pelo qual foi revelado e onde sempre mostrou muito orgulho em vestir a camisa tricolor.
Julinho é um dos jogadores mais vitoriosos da história do Galo, tendo conquistado a Copa Estado de São Paulo em 1999, o Campeonato Paulista da Série A2 e o Brasileiro da Série C em 2001, além da Copa do Brasil em 2005. Julinho marcou 9 gols e disputou 198 jogos com a camisa tricolor, o que o credencia também como um dos jogadores que mais vestiram a camisa do Paulista nestes 103 anos.
Acho importante temos jogadores com esse perfil de identificação com o clube no elenco, por isso acho interessante essa possibilidade. Estou na torcida.
Despeço-me reiterando o meu amor por esse clube, que tantas alegrias me proporcionou e ainda proporciona, e que tive a honra de acompanhar muitas de suas glórias.
Como dizem os seus fanáticos, “tua torcida não te deixa.”
O Paulista se despediu do Campeonato Paulista 2012 na tarde deste domingo no estádio Dr. Jayme Cintra, vencendo o Bragantino por 2 a 0, mas sem muito o que comemorar.
Apesar da vitória, o Galo ficou sem a vaga para a Série D do Campeonato Brasileiro, que era o principal objetivo do clube.
O Paulista dependia de outros resultados para conquistar o seu objetivo, mas a vitória do Mirassol por 4 a 2 sobre a Portuguesa (que rebaixou a equipe lusitana para a Série A2), acabou com qualquer possibilidade do Galo.
O jogo começou com mais de 10 minutos de atraso, graças a uma atitude lamentável, creio eu, do Paulista.
O Bragantino entrou em campo primeiro, com o uniforme todo branco. Minutos depois, o Galo subiu ao gramado também com a camisa branca (!). Sinceramente, achei que o Paulista usaria o seu uniforme número um nesta partida, ou seja, a camisa listrada que, por sinal, poucas vezes foi usada no campeonato.
O árbitro Marcelo Rogério foi em direção ao banco do Paulista dizendo que tinha recebido a informação que o time viria a campo com a camisa vermelha. O Paulista, por estar em casa, recusou-se a trocar a camisa, e após muita discussão, o Bragantino gentilmente trocou sua camisa por uma preta.
Atitude clara do Paulista para atrasar o jogo, já que outros resultados na rodada o interessavam. Para mim lamentável isso ocorrer em pleno 2012. Sempre fui contrário a qualquer tipo de artimanha para atrasar partida. Esse foi o relato que eu acompanhei no Jayme Cintra e, se realmente partiu da parte do Galo, me senti envergonhado.
No jogo, o Bragantino abusou dos chuveirinhos na área e pouca força mostrou até para estar qualificado entre os oito que disputarão as quartas de final da competição.
O Paulista abriu o marcador com Diego Ivo, aos 19 minutos do 1º tempo, aproveitando cruzamento de escanteio de Chiquinho.
Aos 39 minutos, Renan Marques foi expulso infantilmente, após revidar uma falta sofrida de Júnior Lopes. O camisa 9 tricolor saiu de campo vaiado e mostrou que não vai deixar saudades no Jayme Cintra. Em 15 jogos pelo Galo, o atacante marcou apenas dois gols.
No segundo tempo, com um jogador a menos, o Paulista teve boas chances nos contra-ataques e liquidou a vitória aos 47 minutos com Rychely que disputou a bola com o goleiro do Bragantino e marcou o seu sétimo gol com a camisa do Galo, o quinto no estadual. Esse sim, vai deixar saudades!
Terminado o jogo e a rodada, o Paulista ficou sem a vaga na Série D do Campeonato Brasileiro e não alcançou seu objetivo. O Galo terminou na 13ª colocação e ao menos, se manteve mais um ano na Série A1 do Paulistão. Muito pouco para um time que somou 13 pontos nas cinco primeiras rodadas, aparecendo entre os líderes e empolgando a sua torcida.
Agora, resta esperar mais uma vez o início da Copa Paulista, onde o time jundiaiense é o atual bicampeão, pois é isso que restou para o Galo em 2012.
PAULISTA 2 x 0 BRAGANTINO
PAULISTA: Vagner; Pereira, Diogo, Diego Ivo e Reinaldo; Madson, Wellington, Dener (Bruno Octávio) e Chiquinho (Fabrizzyo); Renan Marques e Rychely. Técnico: Luiz Carlos Martins. BRAGANTINO: Rafael Santos; Júnior Lopes, André Astorga e Luís Henrique (Luciano Castán); Victor Ferraz, Serginho (Éder), Cambará, Fernando Gabriel e Léo Jaime; Romarinho e Giancarlo. Técnico: Marcelo Veiga.
Estádio: Dr. Jayme Cintra – Jundiaí, SP Campeonato Paulista 2012 – Série A1 – 1ª fase – 19ª rodada 15/04/2012 – domingo – 16h Árbitro: Marcelo Rogério Público: 832 pagantes Renda: R$ 20.775,00 Gols: Diego Ivo (19’/1º) e Rychely (47’/2º) Cartões amarelos: Wellington, Diogo e Madson (Paulista); Júnior Lopes (Bragantino) Cartão vermelho: Renan Marques (Paulista)
O Paulista não jogou mal, foi aplicado taticamente, segurou a pressão corinthiana até os 34 minutos do segundo tempo, mas mais uma vez, a exemplo do jogo contra o Palmeiras, faltou poder de ataque ao Galo que saiu derrotado do Pacaembu por 1 a 0 na tarde deste domingo.
Jogando no 4-5-1, o Paulista conseguiu neutralizar o Corinthians durante a maior parte do jogo, mas com apenas Rychely no ataque, pouca força mostrou para vencer o Corinthians. Mesmo assim, as melhores chances do Galo foram no primeiro tempo, com Dener batendo de fora da área e com Rychely após receber lançamento de Samuel Xavier.
No segundo tempo, o Paulista recuou demais e aceitou a pressão do Corinthians, que chegou ao seu gol aos 34 minutos com Willian, de cabeça, aproveitando cruzamento de Fábio Santos.
Agora, para se classificar à Série D do Campeonato Brasileiro, o Galo precisa vencer o Bragantino no próximo domingo, às 16 horas, no estádio Dr. Jayme Cintra e torcer para que o Mirassol perca para a Portuguesa e Ituano e Linense não vençam seus jogos contra Oeste e São Paulo, respectivamente.
Bruno Formigoni será o desfalque certo do Galo para o clássico da última rodada, pois tomou o terceiro cartão amarelo no jogo de hoje.
Difícil, mas não impossível! O Paulista vai precisar da combinação perfeita na última rodada para chegar ao seu objetivo neste campeonato.
Vamos Galo, eu acredito!
CORINTHIANS 1 x 0 PAULISTA
CORINTHIANS: Júlio César; Edenilson, Marquinhos, Leandro Castán e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Ramirez (Gilsinho) e Danilo (Douglas); Willian e Liedson (Elton). Técnico: Tite. PAULISTA: Vagner; Samuel Xavier (Diego Barboza), Diogo, Diego Ivo e Reinaldo; Madson, Bruno Formigoni, Wellington, Dener (Fabrizzyo) e Chiquinho (Carlão); Rychely. Técnico: Luiz Carlos Martins.
Estádio: Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu) – São Paulo, SP Campeonato Paulista 2012 – Série A1 – 1ª fase – 18ª rodada 08/04/2012 – domingo – 16h Árbitro: José Cláudio Rocha Filho Público: 13.006 pagantes Renda: R$ 388.968,50 Gol: Willian (34’/2º) Cartões amarelos: Willian, Leandro Castán e Paulinho (Corinthians); Madson, Diego Ivo e Bruno Formigoni (Paulista)
Meus amigos tricolores, o Paulista só depende de si para chegar ao seu objetivo neste Paulistão.
Na abertura da 18ª rodada do campeonato, neste sábado, Ituano e Mirassol empataram por 1 a 1 em Itu e o Linense empatou com a Portuguesa por 2 a 2 no Canindé. Isso significa dizer, que o Paulista depende somente de suas forças para chegar à Série D do Campeonato Brasileiro.
Se vencer o Corinthians amanhã no Pacaembu, o Galo chegará aos 22 pontos, mesmo número de pontos do Mirassol, porém com sete vitórias contra cinco do time amarelinho, chegando assim na última rodada, dependendo somente de mais uma vitória contra o Bragantino em casa.
Se empatar, dependerá na última rodada de não vitórias de Mirassol, Ituano e Linense, que pegam Portuguesa, Oeste e São Paulo, respectivamente, além de ter que vencer o Braga.
Se perder amanhã, ainda assim há chances, desde que o Mirassol perca para a Portuguesa, Ituano e Linense não vençam e o Paulista vença o clássico da última rodada no Jayme Cintra.
A missão ainda é difícil, mas basta o Galo fazer a sua parte e alcançaremos nosso objetivo.
O Paulista precisa vencer o Corinthians no próximo domingo no Pacaembu para seguir sonhando com uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro.
Vindo de quatro derrotas seguidas na temporada (uma pela Copa do Brasil e três pelo Paulistão), o Galo terá a árdua tarefa de enfrentar a melhor defesa do campeonato. O Corinthians sofreu apenas 10 gols em 17 jogos.
A missão é difícil, mas não impossível. Pela história do Campeonato Paulista, o Galo já conseguiu vencer por duas oportunidades o Corinthians jogando fora de casa.
A primeira vez foi em 1985. O Paulista comandado por Dudu foi até o Pacaembu e venceu com um gol de falta do zagueiro Mário, logo aos três minutos de jogo.
A segunda vitória tricolor aconteceu em 2010 na Arena Barueri. Contra o poderoso Corinthians do técnico Mano Menezes e de Roberto Carlos e Ronaldo, o Galo, que lutava desesperadamente contra o rebaixamento, bicou o Timão com gol de Mazola aos 21 minutos do segundo tempo. Resultado importantíssimo para a manutenção do Galo na Série A1 do Paulistão.
Este ano, os objetivos são outros e o Paulista não depende somente mais de suas próprias forças para alcançá-los, mas tem que fazer sua parte. A história mostra que nada é impossível para o Galo.
Foto: Rafael Bertanha/Mogi Mirim - Retirada do globoesporte.com
O Paulista precisava vencer o Mogi Mirim para continuar dependendo somente de si na briga por uma vaga na Série D, porém a vitória passou longe das mãos do Paulista na noite de ontem.
O time foi facilmente batido pelo Mogi Mirim por 3 a 1 e foi ultrapassado na briga pela vaga no campeonato nacional pelo Mirassol, que surpreendeu o Palmeiras em pleno Pacaembu e venceu por 1 a 0.
Nada de novo na atuação do Paulista. O placar foi construído em cima das principais características que o time do Galo vem mostrando neste estadual, ou seja, muitos erros de passes, falhas na defesa, pênalti cometido infantilmente e Rychely tentando arrumar tudo lá na frente.
Na briga pela Série D, o Galo ainda poderá ser ultrapassado hoje por Ituano, que joga contra o São Paulo em casa, e Linense, que pega o desesperado Botafogo, em Lins.
A terceira derrota consecutiva no estadual deixou a situação mais uma vez complicada para o Galo que agora não depende mais de suas próprias forças para voltar ao cenário nacional. Terá que vencer o Corinthians, fora de casa, e o Bragantino, em Jundiaí, além de torcer por tropeços dos seus rivais.
Ainda não joguei a toalha, mas já estou com ela nas mãos.
MOGI MIRIM 3 x 1 PAULISTA
MOGI MIRIM: Anderson; Edson Ratinho, Lucas Fonseca, Tiago Alves e João Paulo; Baraka (Gil), Val (Rodrigão), Felipe e Renê Júnior; Roni (Fernandinho) e Hernane. Técnico: Guto Ferreira. PAULISTA: Vagner; Samuel Xavier (Pereira), Júnior Alves, Diego Ivo e Reinaldo; Bruno Octávio (Carlão), Bruno Formigoni, Wellington e Dener; Renan Marques (Correia) e Rychely. Técnico: Luiz Carlos Martins.
Estádio: Romildo Vitor Gomes Ferreira – Mogi Mirim, SP Campeonato Paulista 2012 – Série A1 – 1ª fase – 17ª rodada 31/03/2012 – sábado – 18h30 Árbitro: Thiago Duarte Peixoto Público: 1.546 pagantes Renda: R$ 17.473,00 Gols: Roni (5’/1º), Felipe (30’/1º), Rychely (38’/1º) e Val (32’/2º) Cartões amarelos: Gil e Fernandinho (Mogi Mirim); Reinaldo, Júnior Alves e Bruno Formigoni (Paulista)
O Paulista jogou bem, fez uma de suas melhores exibições no Paulistão 2012, mas foi castigado no final do jogo e saiu derrotado por 1 a 0 pelo Palmeiras na noite desta quarta-feira no Jayme Cintra.
Com muita garra e aplicado taticamente, o Galo fez uma boa exibição e igualou as forças contra a forte equipe do Palmeiras.
Faltou força no ataque para o Paulista abrir o placar e quando o jogo se encaminhava para um empate sem gols, João Vitor acertou um chute de fora da área, a bola passou por Vagner e ainda bateu na trave antes de entrar no gol.
Um resultado injusto pelo futebol praticado pelo Paulista, que merecia ao menos o empate. Desta vez os deuses do futebol não quiseram ajudar o Galo.
Na próxima rodada, o Paulista encara o Mogi Mirim fora de casa. O jogo acontece no estádio Romildo Vitor Gomes Ferreira, no sábado, a partir das 18h30.
Apesar do resultado, o Galo ainda está vivo em busca do seu objetivo, que é a vaga na Série D. Eu acredito!
PAULISTA 0 x 1 PALMEIRAS
PAULISTA: Vagner; Samuel Xavier, Diogo, Diego Ivo e Reinaldo; Madson, Bruno Formigoni, Wellington e Fabrizzyo (Diego Barboza); Renan Marques (Carlão) e Rychely. Técnico: Luiz Carlos Martins. PALMEIRAS: Deola; Cicinho, Maurício Ramos, Román e Juninho; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Wesley (João Vitor) e Valdívia (Ricardo Bueno); Barcos e Vinícius (Daniel Carvalho). Técnico: Luís Felipe Scolari.
Estádio: Dr. Jayme Cintra – Jundiaí, SP Campeonato Paulista 2012 – Série A1 – 1ª fase – 16ª rodada 28/03/2012 – quarta – 22h Árbitro: Demétrius Pinto Candançan Público: 4.219 pagantes Renda: R$ 154.100,00 Gol: João Vitor (42’/2º) Cartões amarelos: Madson e Diego Barboza (Paulista); Juninho, Maurício Ramos, Daniel Carvalho e Cicinho (Palmeiras)
Difícil escrever alguma coisa sobre este jogo entre Oeste e Paulista em Itápolis.
Assisti o jogo pela TV e o que posso dizer é que, primeiramente, o Paulista jogou num verdadeiro campo de várzea. O estádio dos Amaros não tem condições nenhuma de receber um jogo da primeira divisão do futebol paulista, a começar pelas arquibancadas.
Mas, infelizmente, com benção da FPF, o Paulista teve que ir até a cidade de Itápolis enfrentar o Oeste.
Mesmo sem demonstrar um bom futebol, a derrota do Paulista foi totalmente injusta e por que não dizer, revoltante.
O gol de empate do Oeste foi marcado em cobrança de pênalti, mais um inexistente marcado contra o Paulista neste campeonato. Já está ficando na cara o desinteresse da FPF em deixar o Paulista em situação confortável na classificação.
Mais uma arbitragem desastrosa contra o Paulista, desta vez do Sr. Edson Reis Pavani Júnior, que inventou um pênalti para o time da casa, quando este estava em desvantagem e ainda expulsou um jogador do Paulista, após pendurar mais da metade do time com cartões amarelos.
A queda de energia elétrica no estádio aos 12 minutos do segundo tempo ilustra mais ainda o desastre que foi a partida. Após 30 minutos de paralisação, as duas equipes voltaram ao jogo, mesmo com as luzes dos refletores oscilando. Acho que nem na várzea isso aconteceria. Em Jundiaí, quando chove um dia antes, a rodada do campeonato amador já é adiada, devido aos péssimos estados dos campos. O campo de Itápolis pouco difere dessa situação.
Todas estas condições deveriam ser inaceitáveis no futebol profissional nos dias de hoje e podem custar caro para o Paulista, que é um clube que faz um trabalho sério, onde este resultado podendo ser determinante para o não alcance dos seus objetivos.
No final do jogo, as palavras do diretor Marcos Bonequini definiram bem o meu sentimento. O Paulista foi roubado na cidade de Itápolis.
Infelizmente, resta apenas lamentar!
OESTE 2 X 1 PAULISTA
OESTE: Zé Carlos; Neno, Fabrício, Adriano e Édar Lima; Esdras, Dionísio, Paulo Vitor e Mazinho; Marcinho Beija-Flor (Tadeu) e Roger (Maurício). Técnico: Roberto Cavalo. PAULISTA: Vagner; Samuel Xavier (Correia), Diogo, Diego Ivo e Reinaldo; Madson, Wellington, Bruno Formigoni, Dener e Fabrizzyo (Cassiano Bodini) (Carlão); Rychely. Técnico: Luiz Carlos Martins.
Estádio: dos Amaros – Itápolis, SP Campeonato Paulista 2012 – Série A1 – 1ª fase – 15ª rodada 25/03/2012 – domingo – 18h30 Árbitro: Edson Reis Pavani Júnior Gols: Reinaldo (21’/1º) e Marcinho Beija-Flor (26’ e 42’/1º) Cartões amarelos: Fabrício e Dionísio (Oeste); Rychely, Bruno Formigoni, Dener, Diego Ivo, Correia e Diogo (Paulista) Cartão vermelho: Dener (Paulista)
O Paulista enfrenta amanhã na cidade de Itápolis o Oeste, pela 15ª rodada do Paulistão 2012.
Precisando vencer para manter-se firme na briga pela vaga na Série D do Campeonato Brasileiro, o Galo vai enfrentar um adversário para quem nunca perdeu.
As equipes se enfrentaram seis vezes em toda a história. O Paulista venceu duas vezes e houve quatro empates.
O Galo marcou 11 gols contra 9 do Oeste.
Pela Série A1 do Campeonato Paulista foram quatro jogos, sendo as duas vitórias obtidas pelo Paulista obtidas nessa divisão e outros dois empates.
Na única vez que jogou em Itápolis pelo Paulistão, o Galo empatou por 2 a 2 no dia 3 de fevereiro de 2010, com gols de Baiano e Márcio Santos (este aos 47 minutos do 2º tempo) para o Galo e de Ricardo Bueno (hoje no Palmeiras) e Guto para o Oeste.
No último confronto, no ano passado, deu Galo, 1 a 0, com gol de Hernane.
Eis os jogos entre Paulista e Oeste ao longo da história:
26/01/2000 – Oeste 2 x 2 Paulista – Paulista Série A2 09/02/2000 – Paulista 1 x 1 Oeste – Paulista Série A2 01/02/2004 – Paulista 3 x 3 Oeste – Paulista Série A1 01/03/2009 – Paulista 2 x 1 Oeste – Paulista Série A1 03/02/2010 – Oeste 2 x 2 Paulista – Paulista Série A1 10/03/2011 – Paulista 1 x 0 Oeste – Paulista Série A1
O Paulista foi até a cidade de Goiânia precisando vencer o Goiás por, no mínimo, dois gols de diferença para avançar à segunda fase da Copa do Brasil. A derrota por 3 a 0 eliminou o Galo da competição.
Na primeira etapa, aos 18 minutos, Ramón abriu o placar para o Goiás, ampliando ainda mais a vantagem do alviverde goiano no confronto.
As melhores chances do Paulista no primeiro tempo saíram dos pés de Reinaldo, porém sem conseguir vazar a defesa comandada por Harlei.
No intervalo, mais uma vez Luiz Carlos Martins promoveu a entrada de Cassiano Bodini, desta vez no lugar de Renan Marques e tentou aumentar o poder ofensivo colocando Carlão no lugar de Luiz Gustavo Rato.
No segundo tempo o Goiás veio com tudo para cima do Paulista, afim de sacramentar sua classificação. A pressão inicial deu resultado aos nove minutos quando Ricardo Goulart marcou o segundo gol do time da casa.
Aos 22, o zagueiro Rafael Tolói, de cabeça, aumentou ainda mais a vantagem do Goiás.
Recorde negativo do Galo que, pela primeira vez em sua história, não consegue passar da primeira fase da competição na qual se sagrou campeão em 2005.
Agora o Paulista foca todas as suas atenções no Paulistão, onde aparece em nono lugar na classificação e luta por uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro.
O Galo volta a campo domingo, a partir das 18h30, na cidade de Itápolis, para enfrentar o Oeste.
GOIÁS 3 x 0 PAULISTA
GOIÁS: Harlei; Peter, Rafael Tolói, Valmir Lucas e Egídio; Marcos Paulo, Thiago Mendes, Felipe Amorim e Ramón (Thiago Humberto); Ricardo Goulart (Marinho) e Iarley (Júnior Viçosa).Técnico: Enderson Moreira. PAULISTA: Vagner; Samuel Xavier, Diogo, Diego Ivo e Correia (Dener); Madson, Wellington, Bruno Formigoni e Reinaldo; Renan Marques (Cassiano Bodini) e Luiz Gustavo Rato (Carlão). Técnico: Luiz Carlos Martins.
Estádio: Serra Dourada – Goiânia, GO Copa do Brasil 2012 – 1ª fase – Jogo de Volta 21/03/2012 – quarta – 20h30 Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR) Público: 8.110 pessoas Renda: R$ 49.425,00 Gols: Ramón (18’/1º), Ricardo Goulart (9’/2º) e Rafael Tolói (22’/2º)